Itália · Viagens

A apaixonante e vibrante ilha de Capri

Não conheço muitas ilhas, mas Capri…. oh Capri… ficas no coração. Que ilha mágica e maravilhosa. Adorei cada recanto e cada momento. Agora ficam as doces memórias dos dias veranis que por lá passei.

Chegámos à marina através de um barco (o único meio de transporte que nos leva até lá) que apanhámos no porto de Nápoles e a aventura começou…

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Onde ficámos hospedados?

Antes de mais, convém referir que a ilha de Capri se divide em duas zonas distintas: Capri e Anacapri. A primeira é mais cosmopolita e turística, enquanto que a segunda é menos urbana, mais verde e mais calma.

Alugámos o quarto no Airbnb e ficámos agradavelmente hospedados no hotel Il Girasole, em Anacapri. A hospitalidade foi incrível desde o início ao fim da estadia. Quando chegámos à marina já estavam à nossa espera para nos levar para o hotel, o que facilitou imenso e reduziu um pouco aquele primeiro impacto de chegar a um local desconhecido e não fazermos a mínima ideia para que lado nos virar ou que direção seguir. Uma das senhoras da receção falava português e explicou-nos tudo o que precisavamos saber.

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O pequeno almoço estava incluído e era bastante satisfatório. Podíamos ir para o exterior desfrutar da vista e do ar puro enquanto tomávamos o primeiro café da manhã.

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A piscina também era bastante agradável, com uma vista fantástica sobre o mar, onde aproveitámos para descansar depois das longas caminhadas que fizemos.

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E algo que não posso mesmo deixar de referir foi a vista privilegiada no hotel para um pôr do sol deslumbrante, com o Monte Vesúvio em pano de fundo.

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O que visitar?

Os transportes que mais utilizamos para nos deslocarmos pela ilha foram os autocarros (frequentemente super lotados) e o táxi. Posso dizer com toda a certeza que nunca tinha visto autocarros tão pequenos (caso contrário não conseguiriam circular pelas estradas tão apertadas e com tantas curvas e contra-curvas) e táxis tão grandes (quase do tamanho dos autocarros!!). Na verdade o tamanho dos táxis foi uma das primeiras coisas em que reparei quando chegámos a Capri! Eram tão chiques!! Para quem se atrever, ainda há a possibilidade de alugar scooters.

 

Em AnaCapri…

A nossa primeira visita foi ao Monte Solaro, o ponto mais alto da ilha. Aconselho vivamente a irem lá de teleférico. A vista é soberba… É daqueles momentos em que ficamos tão deslumbrados com a paisagem que nenhuma fotografia consegue captar a essência da mesma. Aqueles momentos em que queremos registar para sempre na nossa memória o que os nossos olhos estão a ver. Foi, talvez, uma das partes da ilha que mais gostei. Uma vez lá no cimo, a vista é de cortar a respiração. É aquele primeiro impacto de que estamos mesmo num sítio lindo e ímpar.

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A descida fizemos a pé, por insistência minha; contudo, devido ao facto de eu não ter calçado apropriado para caminhadas, acredito que a descida de teleférico poderia ter sido mais aprazível.

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O centro histórico de AnaCapri é muito mimoso. Lá pudemos passear calmamente, de dia e de noite (toda a ilha é muito segura), longe da agitação dos turistas que se sente em Capri. Devido à proximidade do hotel, foi lá que acabámos por fazer a maior parte das refeições, em restaurantes escolhidos na hora.

O que ficou por ver foi a Villa San Michele. Passámos apenas por ela, mas acabámos por não entrar.

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De todo o tempo em que estivemos lá, acho que a única coisa que me desiludiu foram mesmo as praias. Fomos à de Faro que é uma das mais famosas devido ao seu farol. Não havia meio metro de chão onde se pudesse estender uma toalha! Para quem está habituado às praias do Algarve, a diferença acaba por se notar bastante. A alternativa é o pagamento das espreguiçadeiras que acabámos por não utilizar pois já chegámos a meio/fim da tarde.

 

Em Capri…

O centro de Capri é bastante charmoso, com cafés chamativos e lojas de luxo apetecíveis. As bancas com limões e laranjas a pender em cima são tão mimosas… E os granizados de limão têm muita saída.

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É aqui nesta zona que podemos visitar o Jardim de Augusto, onde temos uma das melhores vistas da ilha, particularmente dos Faraglioni (as famosas rochas no mar a poucos metros da costa), para tirar fotografias. Daqui também conseguimos ver as curvas da Via Krupp que foi construída por um milionário para tornar mais bonito o caminho entre a Marina Picolla e o centro de Capri.

 

A volta à ilha em barco coletivo (cerca de 16€) ou privado (cerca de 170€) é um passeio a não perder. O ar fresquinho que contrariava as altas temperaturas que se faziam sentir e a boa disposição dos tripulantes foi top! A explicação dos principais pontos turísticos tornou a viagem ainda mais interessante.

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Destaco a visita à gruta azul que não se pode perder! Os barcos ficam parados à entrada da gruta e esperamos que nos venham buscar. Em alto mar passamos para os barquinhos a remos que são guiados com grande mestria pelos remadores. Na verdade, depois de ler sobre o assunto, tive receio da entrada (um buraquinho minúsculo), mas seguindo à risca as instruções de nos baixarmos (praticamente deitados) vale muito a pena! Tive pena de não ter tirado fotografias, mas a maneira como o sol espelha na água e lhe dá aquela cor azul intensa e fantástica não tem palavras.. E ainda melhora, com o remador a cantar em italiano enquanto nos passeia naquele pedacinho da gruta e nos diz para metermos a mão na água para dar sorte.

O outro ponto alto é quando passamos por baixo dos Faraglioni… Segundo o guia, os casais que dão um “French kiss” exatamente naquele sítio ficam juntos para sempre (para uma romântica como eu, teve aquele efeito de história de conto de fadas)!

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Capri está na moda e percebe-se porquê. É linda, mágica e apaixonante. 🙂

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4 thoughts on “A apaixonante e vibrante ilha de Capri

  1. Olá! Muito obrigada! 🙂 Na verdade, não senti muito o boom de turistas em Capri, talvez porque não nos demorámos muito na cidade de Capri (admito que aí a confusão era maior). Como o hotel era em Anacapri, passeámos mais por lá. Era bastante calminho e deu para aproveitar melhor. Em qualquer parte da ilha os “nativos” eram muito simpáticos. Se puderes ir lá, aproveita. É uma viagem muito bonita. 🙂

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